Design, Comunicação e Educação.
Pensar em design associado à educação é pensar também nas transformações e nos processos de recepção e de interação possíveis a partir do caráter de comunicabilidade, pois quanto mais a formação do indivíduo estiver limitada ao estudo e a prática de um único assunto, mais limitado será a abrangência do olhar, da reflexão e da prática.
O ensino de qualquer linguagem apresenta-se sem limites, pois ela interpela as possibilidades, promovendo ambientes múltiplos, no estabelecimento de comunicações com outras linguagens, permitindo um melhor conhecimento no diálogo e nas práticas do objeto em estudo.
Por essa razão, não se deve pensar em educação como um sistema isolado, professor-aluno, pois a aprendizagem é entendida como construção social mediada por atores sociais, por meio de linguagens, signos e ferramentas. Nesse sentido, cabe aos sistemas educacionais se adequarem as exigências da contemporaneidade atenuando conexões entre idéias, materiais e tecnologias.
Considera-se, então, que o design, pode contribuir significativamente nos campos da educação, do ensino, e da aprendizagem, onde pode-se ensinar e aprender, e num sentido mais amplo pode-se educar por meio do design.
Segundo Honaiis, design é a “concepção de um produto (máquina, utensílio, mobiliário, embalagem, publicação, etc.) especialmente ao que se refere à sua forma física e funcionalidade”.
Nesse sentido, o design transborda as funções internas de um produto, numa compreensão não apenas visual, mas também nos modos sensoriais (textura, cor, sons, formas) e modos cognitivos (linguagem, hipertexto, metáfora, realidade virtual).
Segundo Iseult McCartht e Gary Granville, da Faculdade de Educação do National College Of Art Design da Irlanda, o design é uma aproximação da educação: a solução de um problema, o planejamento e a implementação de ações para transformar uma situação existente em uma outra desejada, como dimensão essencial do design, envolve o aprendizado com base na atividade – ação - do educando.
A educação compreende-se como a teoria de ensino e de aprendizagem em todas as situações e em todos os sentidos possíveis, remetendo-se diretamente ao design, na medida que ambos se ocupam de questões de planejamento e implementação de situações ensino aprendizagem, já que o design, é também compreendido como um processo ou atividade (produto) em termos de formas e funcionalidade com propósitos e intenções definidas.
Portanto, se a agregação de linguagens é tão importante, as fronteiras de comunicação precisam ser quebradas para que possam surgir possibilidades através de novas interações e transformações, fazendo da prática educacional contemporânea, uma “janela” de possibilidades, tornando-a mais planejada e estruturada na preparação do indivíduo para a sociedade dos novos tempos.
Artigo Jornalístico / Educação e Cibercultura
Professor: Nelson Pretto
Aluno: Liziane Saback
O ensino de qualquer linguagem apresenta-se sem limites, pois ela interpela as possibilidades, promovendo ambientes múltiplos, no estabelecimento de comunicações com outras linguagens, permitindo um melhor conhecimento no diálogo e nas práticas do objeto em estudo.
Por essa razão, não se deve pensar em educação como um sistema isolado, professor-aluno, pois a aprendizagem é entendida como construção social mediada por atores sociais, por meio de linguagens, signos e ferramentas. Nesse sentido, cabe aos sistemas educacionais se adequarem as exigências da contemporaneidade atenuando conexões entre idéias, materiais e tecnologias.
Considera-se, então, que o design, pode contribuir significativamente nos campos da educação, do ensino, e da aprendizagem, onde pode-se ensinar e aprender, e num sentido mais amplo pode-se educar por meio do design.
Segundo Honaiis, design é a “concepção de um produto (máquina, utensílio, mobiliário, embalagem, publicação, etc.) especialmente ao que se refere à sua forma física e funcionalidade”.
Nesse sentido, o design transborda as funções internas de um produto, numa compreensão não apenas visual, mas também nos modos sensoriais (textura, cor, sons, formas) e modos cognitivos (linguagem, hipertexto, metáfora, realidade virtual).
Segundo Iseult McCartht e Gary Granville, da Faculdade de Educação do National College Of Art Design da Irlanda, o design é uma aproximação da educação: a solução de um problema, o planejamento e a implementação de ações para transformar uma situação existente em uma outra desejada, como dimensão essencial do design, envolve o aprendizado com base na atividade – ação - do educando.
A educação compreende-se como a teoria de ensino e de aprendizagem em todas as situações e em todos os sentidos possíveis, remetendo-se diretamente ao design, na medida que ambos se ocupam de questões de planejamento e implementação de situações ensino aprendizagem, já que o design, é também compreendido como um processo ou atividade (produto) em termos de formas e funcionalidade com propósitos e intenções definidas.
Portanto, se a agregação de linguagens é tão importante, as fronteiras de comunicação precisam ser quebradas para que possam surgir possibilidades através de novas interações e transformações, fazendo da prática educacional contemporânea, uma “janela” de possibilidades, tornando-a mais planejada e estruturada na preparação do indivíduo para a sociedade dos novos tempos.
Artigo Jornalístico / Educação e Cibercultura
Professor: Nelson Pretto
Aluno: Liziane Saback

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